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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Anhanguera Educacional pretende levantar R$ 1 Bilhão em oferta de ações

COMENTARIO
A pessima faculdade Anhanguera pretende levantar até R$ 1 bilhão para realizar novos investimentos,eu por varias vezes ja fiz ficticios investimentos nesta empresa (via um simulador de bolsa de valores) e nunca obtive lucro,agora vamos ver se tem investidores que tem coragem de verdade a investir nesta empresa.
MATERIA
SÃO PAULO - A Anhanguera Educacional pretende levantar até R$ 1 bilhão com uma oferta pública de ações no Novo Mercado da BM&FBovespa. O volume considera a colocação de todos os papéis e lotes extras previstos na operação, pelo preço de fechamento das units (AEDU11) da companhia no pregão de ontem, que foi de R$ 37,60.

A empresa pretende emitir inicialmente 20 milhões de ações ordinárias (com direito a voto). No caso de excesso de demanda, a oferta contará com um lote adicional de 20%. Há ainda a possibilidade de colocação de um lote suplementar de 15%. A emissão será primária, ou seja, os recursos vão para o caixa da empresa. Os recursos da oferta pública serão destinados, principalmente, ao plano de expansão da Anhanguera, inclusive por meio de aquisições.

A oferta será destinada também ao varejo. De acordo com o prospecto preliminar divulgado pela companhia, entre 10% e 15% das ações inicialmente ofertadas (sem considerar lotes extras) serão destinadas prioritariamente à colocação junto a investidores não institucionais na oferta de varejo.
SÃO PAULO - A Anhanguera Educacional pretende levantar até R$ 1 bilhão com uma oferta pública de ações no Novo Mercado da BM&FBovespa. O volume considera a colocação de todos os papéis e lotes extras previstos na operação, pelo preço de fechamento das units (AEDU11) da companhia no pregão de ontem, que foi de R$ 37,60.

A empresa pretende emitir inicialmente 20 milhões de ações ordinárias (com direito a voto). No caso de excesso de demanda, a oferta contará com um lote adicional de 20%. Há ainda a possibilidade de colocação de um lote suplementar de 15%. A emissão será primária, ou seja, os recursos vão para o caixa da empresa. Os recursos da oferta pública serão destinados, principalmente, ao plano de expansão da Anhanguera, inclusive por meio de aquisições.

A oferta será destinada também ao varejo. De acordo com o prospecto preliminar divulgado pela companhia, entre 10% e 15% das ações inicialmente ofertadas (sem considerar lotes extras) serão destinadas prioritariamente à
SÃO PAULO - A Anhanguera Educacional pretende levantar até R$ 1 bilhão com uma oferta pública de ações no Novo Mercado da BM&FBovespa. O volume considera a colocação de todos os papéis e lotes extras previstos na operação, pelo preço de fechamento das units (AEDU11) da companhia no pregão de ontem, que foi de R$ 37,60.

A empresa pretende emitir inicialmente 20 milhões de ações ordinárias (com direito a voto). No caso de excesso de demanda, a oferta contará com um lote adicional de 20%. Há ainda a possibilidade de colocação de um lote suplementar de 15%. A emissão será primária, ou seja, os recursos vão para o caixa da empresa. Os recursos da oferta pública serão destinados, principalmente, ao plano de expansão da Anhanguera, inclusive por meio de aquisições.

A oferta será destinada também ao varejo. De acordo com o prospecto preliminar divulgado pela companhia, entre 10% e 15% das ações inicialmente ofertadas (sem considerar lotes extras) serão destinadas prioritariamente à colocação junto a investidores não institucionais na oferta de varejo.

Para os interessados, o período de reserva dos papéis tem início no dia 2 de dezembro e termina no dia 7. O preço por ação será definido no dia 9.

A estreia dos papéis da Anhanguera no Novo Mercado da BM&FBovespa será em 13 de dezembro. Eles serão negociados sob o código AEDU3. A oferta tem como coordenador líder o Itaú BBA, que atua em parceria com os bancos Santander, Credit Suisse e BTG Pactual.

(Ana Luísa Westphalen | Valor) colocação junto a investidores não institucionais na oferta de varejo.

Para os interessados, o período de reserva dos papéis tem início no dia 2 de dezembro e termina no dia 7. O preço por ação será definido no dia 9.

A estreia dos papéis da Anhanguera no Novo Mercado da BM&FBovespa será em 13 de dezembro. Eles serão negociados sob o código AEDU3. A oferta tem como coordenador líder o Itaú BBA, que atua em parceria com os bancos Santander, Credit Suisse e BTG Pactual.

(Ana Luísa Westphalen | Valor)
Para os interessados, o período de reserva dos papéis tem início no dia 2 de dezembro e termina no dia 7. O preço por ação será definido no dia 9.

A estreia dos papéis da Anhanguera no Novo Mercado da BM&FBovespa será em 13 de dezembro. Eles serão negociados sob o código AEDU3. A oferta tem como coordenador líder o Itaú BBA, que atua em parceria com os bancos Santander, Credit Suisse e BTG Pactual.

(Ana Luísa Westphalen | Valor)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ações de empresas brasileiras são as mais negociadas da América Latina

A Vale, a Petrobras e a OGX, de Eike Batista(de quem gosto bastante como empresario) , são as empresas com ações mais vendidas e compradas da América Latina neste ano, segundo a consultoria Economatica.

A ação preferencial da Vale (VALE5) é a número um, com US$ 95,6 bilhões movimentados até segunda-feira. Em segundo lugar, está a ação preferencial da Petrobras (PETR4), com US$ 82,2 bilhões. Em terceiro, vem a ação ordinária da OGX (OGXP3), com US$ 35,9 bilhões movimentados até segunda-feira.

É a economia brasileira sempre crescendo,pena que o pais como um todo não cresce igual. Porque sera ?

Capital Social do BNDES aumentou para R$ 2,7 Bilhoes

O fato se deu por causa dos adiantamentos para o futuro aumento da capital da Eletrobras, por meio de transferência de parte dos direitos da União sobre a Eletrobras

Decreto publicado hoje (23) no Diário Oficial da União aumenta o capital social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em R$ 2,7 bilhões.
Com o aumento, o capital do banco ultrapassa os R$ 25 bilhões, divididos em 6.273.711.452 ações nominativas, sem valor nominal.
A elevação do capital deverá ocorrer sem emissão de ações, por meio de transferência de parte dos direitos da União sobre adiantamentos para futuro aumento de capital da Eletrobras.

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